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mercado da educação no pós-pandemia

O mercado da educação pós-pandemia

 

Empreendedores dos mais variados seguimentos de negócio estão preocupados com as mudanças que o coronavírus tem provocado nas engrenagens econômicas de todo o mundo, e o mercado da educação no pós-pandemia não foge disso. Neste post, apontamos algumas tendências de um futuro próximo. 

 

Mesmo em momentos de crise, o mercado de educação no Brasil cresce de forma significativa. Na crise econômica vivida pelo país entre 2013 e 2017, o setor cresceu 37,5% no cenário nacional e também em Minas Gerais, de acordo com pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O segmento foi ainda o que mais avançou no país nesse período, com um aumento de 1,3 milhão de empresas ativas para quase 1,8 milhão.

E na crise gerada pela pandemia do novo coronavírus? Empreendedores certamente estão se perguntando como reagirá o mercado de educação no pós-pandemia, especialmente porque essa crise é uma grande incógnita para os analistas.

Com a propagação vertiginosa da Covid-19, os sistemas de educação em todo o mundo também foram diretamente afetados. De acordo com relatório do Banco Mundial, em pouco mais de três semanas, cerca de 1,4 bilhão de estudantes ficaram fora da escola em mais de 156 países. 

Para compreender como o mercado de educação está reagindo no Brasil e entender como empreendedores do ramo percebem o crescimento do ensino à distância (EAD) no país pós-pandemia e a sustentabilidade social, acompanhe o nosso conteúdo. 

Impactos da pandemia na educação 

A pandemia de Covid-19 forçou o fechamento total de escolas em várias partes do mundo, ou mesmo em regiões consideradas de risco. A minoria das instituições ensino que mantiveram as aulas presenciais foram apenas para acolher alunos, cujos pais continuaram trabalhando em setores críticos para a sociedade, como o setor de saúde. 

No Brasil, a maior parte dos governos estaduais e municipais optaram por fechar as escolas para evitar que os estudantes se contaminem pelo novo coronavírus e se tornem possíveis transmissores do vírus para os demais familiares e até mesmo colegas. 

Diante desse cenário, o mercado da educação se viu forçado a usar de forma repentina e sem muito planejamento as ferramentas tecnológicas já anteriormente disponíveis para viabilizar aulas e implementar práticas de ensino e disponibilizar conteúdo de forma remota para os estudantes. 

Tanto os educadores, quanto os alunos estão em um momento de experimentação no que diz respeito às novas formas de ensinar e aprender. E essa crise, de uma forma ou de outra, traz ao mercado de educação uma oportunidade de testar a adoção de novas tecnologias no ensino e até mesmo avaliar a possibilidade de substituição do ensino superior presencial em um futuro próximo. 

 

 

Ao mesmo tempo, há um desafio para professores e gestores da educação que não têm a experiência pedagógica, os recursos tecnológicos ou mesmo treinamento para o uso de novas ferramentas para implementar a experiência da aprendizagem à distância. 

De qualquer forma, é um momento para os profissionais da educação, os estudantes e os responsáveis por eles repensarem a noção de aprendizagem sempre atrelada a um espaço físico fechado, ou seja, uma escola para o menores, e até mesmo as universidades para os aprendizes jovens e adultos. A crise abre espaço para testes e análises de novas oportunidades de ensino pós-pandemia. 

Tendências para o mercado da educação pós-pandemia  

O Fórum Econômico Mundial atenta ainda para o fato de que os transtornos causados pela pandemia da COVID-19 geram também uma face menos negativa e traumática para o mercado, que a é a inovação educacional. 

Para um setor que sempre foi resistente à mudanças e a adoção de novas tecnologias, a pandemia traz à tona um momento de reflexão, adaptação e flexibilização. 

Portanto a primeira forte tendência para o mercado da educação pós-pandemia é a possibilidade de agregar novas tecnologias e ferramentas às aulas expositivas. Na China já ocorrem transmissões de aulas ao vivo na TV, a Nigéria adotou o Google Classroom e no Líbano até mesmo as aulas de educação física foram realizadas online.

Outra forte tendência para o mercado da educação pós-pandemia é a possibilidade de reforçar a necessidade do crescimento das parcerias público-privadas. Durante a pandemia, governos, profissionais de educação, empreendedores e empresários desse mercado, bem como fornecedores de tecnologia e operadoras de redes de telecomunicação já se mobilizam para se unir de forma a desenvolver soluções educacionais em plataformas digitais. 

No Brasil pós-pandemia o setor da educação pode se beneficiar muito dessas parcerias, transformando a educação do país e garantindo um futuro mais promissor para os estudantes. 

E então, a terceira tendência para a educação pós-pandemia diz respeito ao aumento do gap digital. Portanto, vale o alerta para as economias emergentes em relação ao acesso da população à internet e aos dispositivos online. Hoje, apenas 60% da população está online. E além disso, é importante também atenuar as desigualdades socioeconômicas. Do contrário, a falta de acesso às tecnologias e a rede de internet pode inviabilizar o ensino à distância.  

 

 

Aprendendo novas habilidades 

Ainda que o cenário da pandemia seja de muita privação da liberdade no sentido do isolamento social, pode-se dizer que para o mercado da educação ele traz o aprendizado de novas habilidades. 

É um momento em que não existe barreira geográfica para conexão com o mundo. Por meio das plataformas online, é possível acessar conteúdos em diversos formatos, criar realidades aumentadas imersivas, envolver pessoas de todo o mundo em projetos educacionais tornando o trabalho colaborativo e até mesmo a disseminação de tutores particulares que podem ensinar e solucionar dúvidas pontuais dos estudantes. 

A experiência de estudar online também é um desafio para os estudantes, principalmente para as crianças. Mas vale destacar que muitas profissões e funções de trabalho do futuro ainda nem foram inventadas, portanto é importante que, desde cedo, as crianças desenvolvam habilidades como adaptação, flexibilização, criatividade, comunicação, colaboração, abertura a mudanças e resolução de problemas complicados.

Agora que chegou ao final da leitura do nosso conteúdo, e entendeu um pouco mais sobre como o mercado da educação já está se transformando e será diferente no pós-pandemia, conheça a Partners Comunicação, e saiba como ser mais estratégico na produção de conteúdos e na gestão de marketing da sua empresa.