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Você conhece a importância do gerenciamento de crise?

Infelizmente, muitos gestores ou empresários não dão muita atenção ao gerenciamento de crise e esperam que surja algum contratempo para, somente então, agir. O ideal é que essa atenção comece antes de qualquer problema, ainda em um ambiente calmo e imparcial

É preciso lembrar que crises, sejam elas ocasionadas por fatores internos ou externos, surgem quando menos se espera. Sendo assim, é preciso estar preparado, com uma equipe bem treinada e alinhada, para agir com rapidez e eficácia.

Por isso reunimos uma série de informações sobre o assunto. Aqui, você vai descobrir o que é gerenciamento de crise, qual a sua importância e as melhores práticas. Boa leitura!
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O que é gerenciamento de crise?

De modo geral, o gerenciamento de crise é um conjunto de práticas no intuito de identificar fontes de riscos para a empresa e gerenciá-las ou, caso algum problema já tenha se instaurado, garantir que seja controlado. Assim, é possível mitigar os prejuízos de modo significativo. Há muito, o assunto é discutido em todas as empresas.

O gerenciamento adequado vai da avaliação dos perigos em potencial e da criação do plano de contingência até o domínio dos meios de comunicação internos e externos. Desse modo, o controle pode ser mantido mesmo nos momentos difíceis.

O gerenciamento de crise ainda se preocupa em aprender com os erros que já ocorreram, registrando as respostas à crise e evitando que o mesmo ocorra no futuro. Com isso, toda a organização entra em um processo de aprendizagem.

Qual a importância dessa gestão para a empresa?

Peguemos como exemplo a companhia BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, que perdeu mais de R$ 4 bilhões em valor de mercado, resultado de escândalos envolvendo sua produção de alimentos. Crises como essa são mais comuns do que se imagina, apenas não são tão divulgadas.

Em 1982, a fabricante Johnson & Johnson passou por uma “prova de fogo”. Algumas de suas cápsulas de Tylenol foram envenenadas intencionalmente (por alguém de fora da empresa), o que ocasionou a morte de 7 pessoas. Apesar de ser o seu produto mais vendido, a fabricante solicitou o recolhimento imediato de todo o medicamento.

O prejuízo à companhia foi de mais de US$ 100 milhões e, por isso, muitos pensavam que ela não se recuperaria. Porém, graças à prontidão em recolher os medicamentos e gerenciar a crise, o prejuízo não foi maior e a Johnson & Johnson voltou a ter credibilidade no mercado.

Existem diversos benefícios em gerenciar uma crise de forma eficaz, como:

  • mitigar o impacto do ocorrido interna e externamente;
  • permitir uma ação rápida e eficaz;
  • preservar a imagem da empresa no mercado;
  • garantir que problemas semelhantes não se repitam;
  • demonstrar respeito com a sociedade e outros stakeholders;
  • impactar no alinhamento e na prontidão das equipes de trabalho;
  • potencializar as chances de sobrevivência do negócio.

Quais são os maiores perigos em potencial?

Um dos maiores desafios na gestão da crise é definir as principais fontes de problemas, pois são muitos os perigos em potencial — desde fatores macroeconômicos, como um colapso do governo, até problemas internos, como produtos estragados.

De acordo com o renomado professor Richard Luecke, escritor e professor da universidade de Harvard, algumas das principais fontes são:

  • acidentes e eventos naturais;
  • contaminação de produtos;
  • desastres ambientais e de saúde;
  • panes tecnológicas;
  • forças econômicas e de mercado;
  • funcionários trapaceiros.

É preciso analisar essas fontes para identificar crises em potencial. Em seguida, ponderar acerca da sua probabilidade de ocorrência e grau de impacto na empresa.

Enquanto algumas fontes possuem baixa probabilidade de ocorrência e impacto na saúde da empresa, outras possuem chances gigantescas de acontecer e podem levar todo o empreendimento à falência. O gestor deve analisar com atenção!

Como investir no gerenciamento de crise?

Liste as 10 piores coisas que podem acontecer

Crie um comitê com os funcionários da empresa (o grupo pode ser formado por lideranças de diversas áreas) e liste as piores coisas que podem acontecer no trabalho. Além disso, estabeleça as possíveis soluções, isso é, o que fazer caso o problema “ganhe vida”.

As 10 piores coisas devem ser listadas considerando a gravidade da crise e sua probabilidade de ocorrência. Ao fazer isso com outras pessoas, você também poderá ter novas perspectivas de problema — muitas, até então, impensadas.

Aja rapidamente e decisivamente

Não espere muito tempo para agir. Mesmo ao sinal de problemas pequenos, tome decisões que protejam o negócio, seus funcionários e a sociedade em geral. O capital financeiro vem em segundo plano.

É muito importante que o CEO da empresa esteja envolvido pessoalmente, como o líder que é, para direcionar os outros colaboradores. Desse modo, é provável que qualquer empecilho seja contornado com maior rapidez, segurança e autoridade.

Comunique-se generosamente com os stakeholders

Na contenção de qualquer crise, a comunicação é um pilar fundamental. É preciso manter um bom diálogo com todo o público interno, em especial os empregados e investidores, indicando o que deve ou não ser feito.

Também é preciso se comunicar com os stakeholders que estão fora da empresa, como os clientes e sociedade em geral. É preciso adotar uma postura de transparência e respeito, garantindo que tenham informações verdadeiras sobre o que acontece.

Conte com uma agência especializada

Na maioria das vezes, é preciso contar com uma agência que tenha maior conhecimento e experiência no assunto, evitando que o problema se alastre e gere prejuízos maiores. Desse modo, poderá ter todo o suporte necessário ao sucesso da ação.

A consultoria poderá atuar de maneira preventiva, evitando que graves problemas ocorram, ou reativa, criando e executando planos para a contenção da crise. Além de tudo, desenvolverá um plano de comunicação 360º, considerando todos os grupos de interesse do empreendimento.

Como pode-se observar, o adequado gerenciamento de crise é indispensável. Além de garantir diversos benefícios ao empreendimento, aumenta a segurança e bem-estar dos funcionários, clientes, investidores e outros grupos próximos à empresa.

Agora o tema está mais claro para você, certo? Aproveite para nos seguir nas redes sociais (FacebookLinkedInTwitter) e ficar sempre por dentro das nossas novidades!
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