Pela primeira vez em vinte anos de Feira de Tecnologia Agropecuária (Agrotins), a maior feira agropecuária do estado do Tocantins ocorrerá, de forma inovadora, em ambiente online. O evento será entre os dias 27 a 29 de maio, podendo ser acessado, 24 horas por dia, de qualquer localidade por meio de plataformas digitais e redes sociais.

Desde o primeiro ano de realização da Agrotins, em 2001, o Banco da Amazônia (Basa) está presente, com soluções de crédito para o empreendedor rural dinamizar ainda mais os negócios no campo. Este ano, o principal banco de fomento do Norte do país também marcará sua presença digital no evento, criado para promover o desenvolvimento sustentável do setor agropecuário, com destaque para a área do agronegócio e o apoio a pesquisas e transferência de tecnologia ao setor produtivo.

“Para o Banco tudo também é uma grande novidade, pois essa é nossa primeira participação em uma feira digital. Mas estamos preparados. Clientes, parceiros e a sociedade em geral podem esperar do Banco da Amazônia um leque de produtos, com as melhores taxas e prazos do mercado”, assegura Marivaldo Melo, superintendente regional do BASA no Tocantins.

Entre os produtos, o Basa disponibilizará financiamentos para aquisição de caminhonetes, capital de giro, custeio e investimentos com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), principal linha de crédito de fomento da Instituição.

PRAZOS E TAXAS COMPETITIVAS

Uma das linhas disponíveis aos que visitarem a Agrotins digital é a Amazônia Veículos Produtor Rural, para compra de veículo utilitário novo. Nessa linha, o banco financia até cem por cento do valor da caminhonete, com um prazo para pagamento de até 60 meses, sem necessidade de entrada, com taxas a partir de 0,56% ao mês.

Também há recurso para quem precisa de capital de giro. O Amazônia Giro Produtor Rural é um crédito rápido e desburocratizado para aquisição de matérias primas, insumos, bens e produtos voltados ao agronegócio. A taxa dessa linha é a partir de 0,6% ao mês (7,46% ao ano) e há dispensa de garantias para operações de até R$ 100 mil, com a liberação do crédito em uma só vez na conta do cliente. O prazo para pagamento é de até 24 meses.

Quem quiser desenvolver, modernizar ou aumentar a competitividade do seu empreendimento rural, comprando matérias primas, insumos, bens e produtos votados ao agronegócio, pode lançar mão da linha de custeio, tanto agrícola quanto pecuário, onde as taxas são a partir de 5,55% ao ano. Há isenção de IOF e bônus de adimplência. Sobre prazo de pagamento, o custeio agrícola pode ser quitado em até 24 meses.

Já no pecuário, o prazo de pagamento dependerá da destinação que o empreendedor dará ao recurso. Se for para recria e engorda, retenção de cria e engorda e retenção de matrizes, o prazo é de até 24 meses. Se for somente para retenção de cria o prazo é de até 18 meses. Já para outras finalidades diferentes dessas, o prazo é de até 12 meses.

O Banco da Amazônia também oferece uma linha para compra de máquinas, equipamentos, silagem, matrizes e outros tipos de investimentos voltados à ampliação, diversificação, implantação, modernização, reforma e relocalização de empreendimentos rurais. A linha voltada a investimento tem taxa a partir de 5,43% ao ano, com isenção de IOF, bônus de adimplência e carência de até seis anos para começar a pagar o financiamento. Já a quitação total pode ser feita em até 12 anos, podendo chegar a 15 anos em caso de armazenamento.

Para participar da Agrotins 2020 basta acessar o www.agrotins.to.gov.br ou acompanhar a programação pelas redes sociais do evento no Instagram e no Youtube (agrotins2020). Nos três dias da Feira haverá palestras, painéis, lançamentos de campanhas e outras atividades voltadas para o desenvolvimento sustentável do setor rural.

Promover a recuperação e a preservação das atividades econômicas nos setores produtivos, industrial, comercial e de serviços, em municípios com estado de calamidade pública decretada na área de atuação do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte. Esse é o objetivo do FNO Emergencial-COVID 19, linha de crédito do Banco da Amazônia (Basa) criada para apoiar os empreendimentos urbanos afetados pela emergência de saúde pública relacionada à pandemia do Coronavírus.

“Com essa linha, queremos contribuir para a manutenção do emprego e renda na região e estimular a produtividade dos empreendimentos urbanos impactados pela pandemia”, destaca Misael Moreno, gerente de Políticas e Planejamento de Crédito e Cadastro do Basa.

Características do FNO Emergencial

Destinada ao setor não rural, a linha foi criada a partir da Resolução 4.798, do Banco Central, editada em 6 de abril passado.

O FNO Emergencial se destina a pessoas jurídicas de qualquer porte, pessoas físicas que desempenhem as suas atividades produtivas de maneira informal e que estejam enquadradas no Programa Nacional do Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO), cooperativas e os microempreendedores individuais (MEI) que precisam de capital para investimento ou capital de giro para despesas de custeio, manutenção e formação de estoques, incluindo despesas de salários e contribuições e despesas diversas com risco de não serem honradas em decorrência da redução ou paralisação da atividade produtiva.

FNO Emergencial: valor destinado para a linha de crédito

Para atender a demanda pelo FNO Emergencial, o Basa está destinando R$ 2 bilhões para essa linha de financiamento, sendo R$ 106,51 milhões para o Acre, R$ 583,48 milhões para o Amazonas, R$ 109,29 milhões para o Amapá, R$ 545,89 milhões para o Pará, R$ 220,67 milhões para Rondônia, R$ 171,32 milhões para Roraima e R$ 262,86 milhões para o Tocantins.

Limites de crédito

Para quem precisa investir, o limite de crédito é de até R$200 mil. Já para capital de giro, o financiamento é de até R$100 mil.

Para o MEI, o valor para financiamento é de até R$ 20 mil e, para capital de giro, de até R$ 5 mil. As microempresas podem financiar até R$ 40 mil.

Prazo de financiamento

O prazo de financiamento para investimento é de até 12 anos, incluída a carência que se estende até 31 de dezembro de 2020, ou seja, o tomador só começa a pagar a partir de janeiro de 2021.

Para capital de giro, o prazo é de até 24 meses, também com carência até o último dia deste ano e início de pagamento para janeiro do ano vindouro.

Os encargos financeiros ofertados pelo Basa são muito competitivos, sendo a taxa efetiva de juros de 2,5% ao ano. Quanto às garantias, essas serão pedidas conforme a avaliação do crédito a ser concedido. Para acessar os recursos, acessar o site www.bancoamazonia.com.br.

O Banco da Amazônia (Basa) está mobilizando seus colaboradores, clientes e parceiros a se unirem ao Arrecadação Solidária, ação do Governo Federal criada para viabilizar auxílio emergencial a grupos vulneráveis neste cenário complexo de pandemia.

A iniciativa é do programa Pátria Voluntária, da Presidência da República, em conjunto com a campanha Todos por Todos, da Casa Civil, e com a Fundação Banco do Brasil.

Objetivo da Arrecadação Solidária

Criada para apoiar instituições sem fins lucrativos que atuam com trabalho voluntário junto a grupos vulneráveis da sociedade, o Arrecadação Solidária possibilitará a compra de itens de higiene e alimentação para serem distribuídos a grupos de idosos, população de rua, deficientes, povos e comunidades tradicionais, além de outros públicos vulneráveis.

Como ajudar?

Quem quiser fazer parte dessa corrente do bem em benefício do próximo pode fazer sua contribuição na plataforma do Pátria Voluntária.

O valor doado será recebido em conta corrente específica, mantida no Banco do Brasil, sob a gestão da Fundação Banco do Brasil. Também é possível doar por meio de cartão de crédito ou transferência bancária, no site https://patriavoluntaria.org/.

Como será feita a gestão dos recursos?

A gestão dos recursos foi definida com base em orientação do Conselho Emergencial de Solidariedade, formado por representantes de diversos Ministérios do Governo Federal, com o objetivo de identificar as dificuldades mais urgentes enfrentadas no combate à pandemia.

Para preservar os negócios dos empreendedores da Amazônia nesse período de crise econômica provocada pela pandemia do coronavírus, o Banco da Amazônia está prorrogando de forma automática as parcelas de financiamento por até 12 meses das dívidas do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) para as micro, pequenas e médias empresas.

De acordo com o presidente Valdecir Tose, as empresas de grande porte devem se manifestar pelo interesse na prorrogação das parcelas.

A medida prorroga o pagamento das parcelas vencidas e a vencer no ano de 2020 para janeiro de 2021. “Assim, ao final, poderá ser acrescentado mais 1 ano no tempo do contrato”, explicou.

“Esperamos, com isso, dar tranquilidade às empresas para passar por este processo difícil e segurar o fluxo de caixa que é tão importante neste período de pandemia”, comentou.

O presidente informa que o BASA já havia feito uma prorrogação de 6 meses, mas com a Resolução 4798 do Banco Central, publicada na semana passada, está sendo permitida a prorrogação por 01 ano das dívidas não rurais de operações realizadas com o FNO.

Para as operações contempladas pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), produtores rurais e de outras dívidas que não o FNO, o Banco concede a oportunidade de prorrogação do pagamento das parcelas por seis meses. Os produtores e empresas interessadas e que estão adimplentes até março/2020 devem fazer a adesão na plataforma existente no site institucional do BASA. No entanto, se ele estiver inadimplente, deve procurar as agências da Instituição para negociar.

FNO Emergencial

No momento de desafios que a economia do país está passando em função da crise provocada pelo COVID-19, empresários e empreendedores buscam forma de manter seus negócios para garantia de renda e sobrevivência. 

Para atender este público na Região Norte, o Banco da Amazônia (BASA) lança linha de crédito especial do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) com juros de 0,21% ao mês e condições diferenciadas. Trata-se do FNO Emergencial que ainda vai permitir a renegociação de operações de crédito já realizadas com recursos do Fundo.

A nova linha entrou em vigor nesta segunda-feira, 6, a partir da publicação da Resolução nº 4798 do Banco Central.

Objetivos do FNO Emergencial

De acordo com esta Resolução, a nova linha de crédito tem o objetivo de promover a recuperação ou a preservação das atividades produtivas afetadas pelo estado de calamidade, tendo como beneficiários pessoas físicas ou jurídicas para capital de giro e investimentos.

Como o empreendedor, para ter acesso ao FNO Emergencial, é necessário que seu município tenha o reconhecimento de emergência e calamidade por parte da União.

O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) editou a Portaria 743, de 26 de março de 2020, que estabelece rito específico para este procedimento em relação à contaminação pelo novo coronavírus.

FNO: documentos necessários

De acordo com o MDR, o reconhecimento federal se dará por meio de Portaria, mediante requerimento do Chefe do Poder Executivo do Município, Estado ou Distrito Federal. O pedido deverá estar acompanhado dos seguintes documentos:

a) Decreto de situação de emergência ou estado de calamidade pública do ente federado solicitante;

b) Parecer do órgão de proteção e defesa civil do ente solicitante; e

c) Relatório do órgão de saúde do ente solicitante, indicando que existe contaminação local.

Estados afetados pelo Coronavírus

Segundo informações do MDR, a União já reconheceu o estado de calamidade do estado de Tocantins, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, e dos municípios de Bonfim, Alto Alegre, Boa Vista e Cantá (RR), Jaru (RO), Parintins (AM), Rio Branco (AC), em razão da pandemia da Covid-19, o que possibilita o acesso de empreendedores de todos os municípios desses estados à nova linha de crédito. Mas ainda aguarda que os outros estados se manifestem.

Assim, os interessados devem entrar em contato com a agência mais próxima do Banco da Amazônia. Para mais informações, acesse o site: bancoamazonia.com.br

Banco da Amazônia vai disponibilizar R$ 9,9 bilhões com recursos do FNO para fomentar a economia da Região Norte

A microempreendedora Maria Nicélia Miranda começou o seu próprio mercadinho na garagem da casa da família, em Icoaraci, distrito da capital paraense, localizado cerca de 20 quilômetros do centro de Belém. Ela teve acesso a um crédito de R$ 300,00, através do Banco da Amazônia, por meio do seu programa voltado para microempreendedores informais urbanos e rurais.

A ideia do negócio veio quando Luiza, sua primeira filha nasceu. Ela decidiu que queria ver a menina crescer de perto. Mas continuar trabalhando fora não era mais uma opção. Cheia de coragem, se desligou do emprego e pensou em trabalhar em casa mesmo, abrindo o Mercadinho Luiza.

Esse mercadinho foi possível através do Programa Amazônia Florescer, que oferece linhas de crédito para os microempreendedores informais da região Norte. Com o sucesso do programa, será lançado em 2020, a nova linha FNO MPO, a qual contará com R$ 9,93 milhões para beneficiar o microcrédito na Região Norte.

Nicélia comemora a criação desta nova linha do Microcrédito Produtivo Orientado – MPO. “Acho muito bom. Será uma grande oportunidade para crescermos ainda mais”, comentou. Ela tem planos de ampliar ainda mais o seu mercadinho.

Novidades para 2020

Além do FNO MPO, será lançado o FNO INFRA, destinado aos projetos de infraestrutura (FNO INFRA), necessários para aprimorar a logística da região, estrutura elétrica e o saneamento básico, com destaque às Parcerias Público Privadas – PPP. Esta linha vai oferecer R$ 3,44 bilhões.

O total de recursos a serem disponibilizados do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) será R$ 9,9 bi. O Estado do Pará contará com R$ 2,86 bi. Empreendedores de todos os portes e segmentos da região Norte terão disponíveis esses recursos, cuja gestão é feita pelo Banco da Amazônia. Ao somar os valores da sua carteira comercial e de outras fontes, haverá mais de R$ 10 bilhões para fomentar a economia da região.

As linhas de crédito que continuarão em 2020 serão: o FNO Pronaf, o qual contará com 983 milhões, voltada para apoiar projetos de agricultura familiar; o FNO ABC/Bio com R$ 196,70 milhões; o FNO MPEI, destinado para micro e pequenas empresas, o qual terá R$ 389,40 milhões; e o FNO Amazônia Sustentável, que é o maior programa de financiamento que disponibiliza R$ 4,81 bilhões, para fomentar os mais diversos projetos rurais e não rurais, contemplando todos os portes (micro, pequeno, médios e grandes) e ainda projetos de Ciência, Tecnologia e Inovação, que contarão com R$ 20 milhões especificamente.

Prioridades

Ainda segundo o Plano de Aplicação de Recursos do FNO, as prioridades setoriais serão: agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura; indústrias extrativas; indústrias de transformação; eletricidade e gás; água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação; comércio; transporte e armazenagem; alojamento e alimentação; informação e comunicação; atividades profissionais, científicas e técnicas; educação; saúde humana e serviços sociais; artes, cultura, esporte e recreação; atividades administrativas e serviços complementares; construção.

Expectativas para 2020

O presidente do Banco da Amazônia, Valdecir Tose, está com grande expectativa em aplicar o valor disponível. “Acredito que o Brasil deve crescer em torno de 2,5%. A região Norte pode crescer mais, até 5%, principalmente nos setores de infraestrutura e agronegócio”, comentou.

O presidente visualiza oportunidades no Polo industrial de Manaus, na indústria mineral do Pará, na regularização ambiental e fundiária em Roraima e Amapá, no crescimento do agronegócio em Rondônia, Tocantins e no Acre.

Para 2020, será lançado o aplicativo BASA Digital que vai possibilitar ao tomador, sem sair de casa, abrir contas, fazer cadastro, enviar proposta de crédito, aprovação e contratação. “Vamos iniciar com os agricultores familiares, a partir da parceria com a EMATER”, informou.

No segundo semestre, será a vez dos micro e pequenos empresários, por meio do apoio do Sebrae, contratarem também via digital. A empresa vai acessar diretamente, sem intermediários e sem ir ao Banco. “As respostas serão mais ágeis, parte da análise dos pedidos será automatizada com mais agilidade e eficiência”, adiantou Valdecir.

Deste total, o Banco da Amazônia aplicou 60% nos projetos de pequenos portes

O Banco da Amazônia (BASA), principal braço do governo federal para o desenvolvimento da região amazônica, atingiu o recorde de R$ 8,1 bilhões em 2019 nos financiamentos com recursos de fomento (Fundo Constitucional de Financiamento do Norte – FNO e outras fontes). Com o FNO, a Instituição aplicou R$ 7,67 bi na Região Norte, contemplando mais de 16.400 projetos.

Estes resultados foram divulgados nesta quinta-feira (12) pelo Banco para toda a imprensa nas suas demonstrações financeiras, referentes ao exercício de 2019, e mostra que as contratações no crédito rural atingiram também o recorde de R$ 4,08 bilhões na Região Norte, evidenciando um aumento de 50% em relação a 2018, o que torna o BASA responsável por mais de 63% do crédito de fomento na região Norte. Os demais setores receberam R$ 3,58 bilhões, equivalendo a 46,7%.

De acordo com o documento divulgado, a atuação do Banco atingiu os 450 municípios da Amazônia Legal e tiveram como maior foco os negócios de pequenos portes – agricultores familiares, mini, pequenos e pequeno-médios produtores rurais e suas cooperativas e associações, microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno e pequeno-médio porte – com ênfase para a valorização da pequena produção de base familiar.  Os pequenos foram alvo de 60% do crédito oferecido em 2019 com contribuição direta dos aplicativos Pronaf e MPO Digitais que contribuíram para este resultado. O agronegócio regional recebeu R$ 4,5 bilhões, o Microcrédito Produtivo Orientado (MPO) teve o total de R$ 101 milhões investidos e o setor de infraestrutura foi alvo de R$ 1,5 bilhões em contratações.

FNO 30 ANOS

Em setembro do ano passado, o FNO completou 30 anos, sob a gestão do Banco da Amazônia. Para comemorar essas três décadas, foram realizados 51 seminários integrados para divulgação do fundo, com participação de aproximadamente 3 mil pessoas, abrangendo todos os Estados da Região Norte. Em 2019, foi disponibilizado, para investimentos na região com o FNO, o valor de R$ 9,3 bilhões. As contratações totalizaram R$ 7,67 bilhões, resultado 66,40% maior do que o valor referente ao exercício anterior, quando foram aplicados R$ 4,61 bilhões.

O FNO foi operacionalizado por meio de cinco programas de financiamento, dentre eles o Programa FNO-Amazônia Sustentável, cujas linhas de crédito contemplam a todos os setores e empreendimentos regionais, sendo o programa que apresentou o melhor desempenho no período, com a contratação de R$ 6,75 bilhões, correspondendo a 88,1% do total contratado. Em seguida, o Programa FNO-MPEI apresentou o valor contratado de R$ 502,1 milhões e o Programa FNO-PRONAF, com R$ 309,5 milhões.

MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

O Banco da Amazônia teve um acréscimo de 32,98% na aplicação de recursos para as Micro e Pequenas empresas. A instituição aplicou o valor de R$ 832,06 milhões.

MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL

Por meio do Programa FNO-MEI, o Banco contratou R$ 4,72 milhões aos Microempreendedores Individuais, valor 4,9% maior do que no ano anterior, contribuindo de forma significativa para o desenvolvimento local e regional, ampliando a geração de emprego e renda nas áreas onde o Banco da Amazônia atua.

Agricultura Familiar

Através do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF), o Banco vem desenvolvendo desse segmento no cenário regional, financiando projetos que atendam aos padrões de responsabilidade ambiental, econômica, social e cultural. No ano passado, o Banco aplicou R$ 309 milhões no PRONAF.

Com relação ao segmento Pessoa Física, no ano de 2019, o Banco da Amazônia aplicou o montante de R$ 3,75 bilhões nas linhas FNO– PRONAF; FNO – Amazônia Sustentável; FNO – ABC/Biodiversidade, representando um aumento de 48% com relação ao mesmo período de 2018, com destaque para o crescimento expressivo da linha FNO –Amazônia Sustentável.

MICROFINANÇAS – Programa Microcrédito Produtivo Orientado– AMAZÔNIA FLORESCER

O Amazônia Florescer atua nas áreas urbana e rural por meio de Termo de Parceria entre o Banco da Amazônia e a Associação de Apoio a Economia Popular da Amazônia (Amazoncred), responsável pela operacionalização do programa por meio de visitas aos empreendedores populares urbanos (informais) e agricultores familiares no local onde desenvolvem suas atividades, envio de propostas de crédito ao Banco da Amazônia, bem como a realização de acompanhamento do ciclo do crédito e cobrança. A vertente urbana faz parte do Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO), enquanto a vertente rural atua junto ao Programa Nacional de Agricultura Familiar (PRONAF).

Em 2019, houve a criação e implantação do projeto MPO Digital do Programa Amazônia Florescer Urbano para todas as unidades de Microfinanças. Houve ainda a inauguração das novas unidades de microfinanças em Boa Vista-RR, Araguaína-TO e Macapá-AP.

Em 2019, o Programa Amazônia Florescer atuou no microcrédito urbano atendendo 41.885 empreendedores populares, aplicando o montante de R$100,6 milhões, um aumento de 2% em relação ao exercício 2018, ocasião em que foi aplicado o valor de R$ 98,7 milhões.

No que tange ao microcrédito rural, no Exercício 2019, o Programa Amazônia Florescer atendeu 2.730 agricultores familiares, aplicando o montante de R$9,4 milhões.

LUCRO LÍQUIDO

O lucro líquido atingido no exercício de 2019 foi de R$ 275,34 milhões contra os R$ 109,07 milhões realizados em 2018, representando um aumento significativo de 152,4%. O Patrimônio Líquido atingiu R$2,19 bilhões, superior 13,4% em relação a 2018 (R$1,93 bilhão). Com relação aos ativos totais, houve crescimento de 8,1%, representando R$1,53 bi a mais do que no ano de 2018, tendo como maior incremento a carteira de títulos e valores mobiliários, no valor de R$721 milhões e de operações de créditos – R$457,4 milhões, representando 76,7% dos totais dos ativos, contra 76,6% no exercício de 2018. O índice de Basileia fechou com o índice de 12,5% contra 13,4%, apresentado em 2018.

Carteira de Operações de Créditos

A carteira classificada de operações de crédito apresentou crescimento de 17% e teve como maior destaque a elevação da carteira comercial que encerrou 2019 com saldo de R$ 1,32 bi.

Receita de Recuperação de Crédito

Em 2019, o resultado consolidado evidencia o volume de RS 198,2 milhões de créditos recuperados, para todas as fontes de recursos, ante R$ 196,8 milhões no mesmo período do ano anterior, incluindo FNO (crescimento de 0,71 %).

Destaca-se a representatividade das renegociações do público da Lei 13.729/18 (anteriormente Lei 13.340/16) na condição de principal vetor da recuperação, porquanto continuou a impactar positivamente com a regularização das operações inadimplidas, equivalendo a 54,6% do total.

REDE DE ATENDIMENTO

O Banco da Amazônia atua nos nove estados da Amazônia Legal (Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins), além da capital de São Paulo.

Em 2019, o Banco contava com uma estrutura de rede de atendimento formada por 122 unidades, sendo 120 agências e 2 Postos de Atendimento Avançado.

PATROCÍNIOS

Por meio dos Editais Públicos de Patrocínios, em 2020, o Banco da Amazônia vai patrocinar 90 projetos que abrangem os segmentos social, cultural, esportivo, ambiental e de eventos (feiras, congressos e exposições) dos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.

A Instituição também publicou o resultado do Prêmio Banco da Amazônia de Artes Visuais 2020, o qual selecionou três projetos, e a Chamada Pública da Lei Rouanet 2020, que escolheu dez iniciativas culturais para receberem apoio financeiro do Banco. O valor destinado para patrocinar estes projetos será de R$ 2,50 milhões.

PARCERIAS

O BASA e o Instituto Conexões Sustentáveis (Conexsus) assinaram Acordo de Cooperação Técnica no ano passado para o estabelecimento de cooperação estratégica entre essas Instituições para o desenvolvimento sustentável dos negócios comunitários da região amazônica, mediante a atuação junto aos financiamentos de custeio, investimento, comercialização e capital de giro obtidos junto ao Banco, visando reduzir as dificuldades de acesso ao crédito, além de possibilitar maior segurança às operações realizadas pelas organizações econômicas socioambientais e seus associados.

Também em parceria com o Instituto Conexsus, Instituto Internacional de Educação do Brasil e o Observatório do Manejo Florestal Comunitário e Familiar – OMFCF, foi promovida a oficina “Financiamento da safra de manejo florestal comunitário e familiar” para ampliar o conhecimento sobre os critérios para acesso e manutenção do crédito de custeio e investimento na área de atuação dos produtores que participaram do evento.

A oficina capacitou lideranças comunitárias ribeirinhas, quilombolas e indígenas para que também disseminem as formas de acesso ao crédito.

Outra parceria destacada foi com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo -CNC, que assinaram em setembro de 2019, um Acordo de Cooperação Técnica que possibilitará a oferta ao setor do Comércio as linhas de crédito do FNO.

PERSPECTIVAS PARA 2020

Para o ano de 2020, estão disponíveis para investimentos na região R$13 bilhões dos quais, R$ 9,9 bilhões são oriundos do FNO, distribuídos nos estados conforme abaixo:

Neste ano, o Banco está disponibilizando sete programas de financiamento para o FNO, sendo dois novos: FNO MPO – voltado para o microcrédito e o FNO INFRA – destinado aos projetos de infraestrutura, como logística, estrutura elétrica e de saneamento básico.

O Banco da Amazônia, o Governo do Pará e a organização internacional The Nature Conservancy (TNC) assinaram, no dia 18 de fevereiro, um protocolo de intenções para construir parcerias e unir esforços para atuação compartilhada nas ações de apoio à produção de cacau por pequenos produtores agroflorestais.

Representando o Banco da Amazônia, estiveram, além do presidente Valdecir Tose, o superintendente regional do Pará e Amapá, Edmar Bernaldino e o gerente executivo de Pessoas Físicas, Luiz Lourenço.

O presidente do Banco da Amazônia Valdeci Tose, explica que, a partir da assinatura, “será priorizada a análise dos participantes e criaremos taxas e linhas de crédito diferenciadas. Nosso objetivo é dar celeridade para as ações de financiamento aos produtores que estão no processo de crescimento”, destacou.

A assinatura ocorreu no Palácio dos Despachos durante o encontro com representantes globais do Instituto de Conservação do Brasil TNC – The Nature Conservancy. A reunião foi um pedido da TNC para promover uma rodada de diálogo com 15 participantes da Organização que tem atuado em países como Estados Unidos, México, Peru, além do continente europeu. O evento contou com a participação de representantes indígenas e de outras pastas do governo do Estado.

Empreendedores de todos os portes e segmentos que contraíram financiamentos e empréstimos no Banco da Amazônia (BASA) podem solicitar a suspensão do pagamento das suas parcelas por seis meses. A medida foi criada para minimizar os impactos do avanço do novo coronavírus na região amazônica e vai atender 150 mil clientes pessoas físicas e jurídicas da instituição.

Para o empresário Francisco Gomes Neto, proprietário do Restaurante Govinda, essa prorrogação será a “tábua de salvação” de muitos empreendedores, especialmente das micro e pequenas empresas. “Outras instituições estão oferecendo dois ou três meses, mas o BASA está prorrogando por seis meses. Será um super fôlego para os negócios”, comentou.

Francisco Neto possui financiamento em andamento no Banco. Ele lamenta que os atendimentos em seu restaurante caíram aproximadamente 70%. “Antes da quarentena atendíamos em torno de 200 pessoas, agora por volta de 70 pessoas”, revelou. Tudo está sendo por meio de delivery. “Criamos opções de pratos com preços mais acessíveis, disponibilizando mais opções de produtos para minimizar os sérios impactos nos resultados financeiros da empresa”.

De acordo com o presidente do BASA, Valdecir Tose, a suspensão das parcelas visa beneficiar os empreendedores e produtores rurais de toda a Amazônia e a economia da região, sobretudo, aos micro e pequenos negócios e dos informais que serão os mais afetados com a pandemia do coronavírus.

Valdecir Tose informa que o Banco enviou uma minuta para o Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR) solicitando uma suspensão de 12 meses para os casos dos financiamentos do FNO (Fundo Constitucional de Financiamento do Norte). “Consideramos que será longa a recuperação, simulando que ainda teremos no mínimo mais 45 dias para normalização”, ponderou o presidente.

Como suspender as parcelas

O diretor de Crédito do Banco, Roberto Batista, explica que a prorrogação das parcelas de empréstimos e financiamentos é para operações de crédito comercial e de fomento, contratadas até fevereiro de 2020.

Os interessados na prorrogação das parcelas por seis meses devem fazer a adesão através de plataforma, que ficará disponível no site institucional do Banco.

Canais de Atendimento

Além dos canais mencionados, o BASA dispõe do site institucional (www.bancoamazonia.com.br), do Whatsapp (91-4008-3785), do Fale Conosco (4008-3888) de Segunda a Sexta (excetos feriados) das 8h às 18h, neste caso exclusivamente para contratos com Pessoas Físicas, do Serviço de Atendimento ao Consumidor (0800 727 72 28 – Reclamações, Sugestões e Elogios, 24 horas por dia), os canais digitais Mobile Banking (aplicativo) e o Internet Banking. No caso do app, é necessário atualização da versão através da loja de aplicativos.

As agências estão com o expediente de quatro horas para atendimento aos clientes. Aos enquadrados como grupo de risco da Covid-19 estão tendo atendimento prioritário. No entanto, o BASA estimula o uso dos canais digitais.

No momento de desafios que a economia do país está passando em função da crise provocada pelo novo coronavírus, empresários e empreendedores buscam forma de manter seus negócios para garantia de renda e sobrevivência. 

Para atender este público na Região Norte, o Banco da Amazônia (BASA) aguarda a publicação de Resolução do Banco Central que vai lançar a linha de crédito especial do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) com juros de 0,21% ao mês e condições diferenciadas. Trata-se do FNO Emergencial que ainda vai permitir a renegociação de operações de crédito já realizadas com recursos do Fundo. A expectativa é que até o final deste mês entre em vigor esta linha.

A linha vai promover a recuperação ou a preservação das atividades produtivas dos beneficiários da Região Norte, cujos estados encontram-se em situação de calamidade pública, decorrente da emergência de saúde pública de importância internacional relacionada ao coronavírus (COVID-19).

O presidente do BASA, Valdecir Tose, explica que a taxa praticada pelo FNO Emergencial está abaixo da inflação, que está em torno de 3% ao ano. “No mercado atual, somente os bancos públicos oferecem uma taxa como essa. O interessado terá como vantagem ainda carência de 1 ano para começar a pagar e vai poder pegar um financiamento com uma taxa de 0,21% ao mês”, comentou.

O FNO Emergencial vai beneficiar pessoas físicas e jurídicas, incluindo cooperativas que, de acordo com as prioridades estabelecidas nos planos regionais de desenvolvimento, promovam atividades produtivas não rurais, especialmente aquelas vinculadas aos setores de empreendimentos comerciais e de serviços da Região Norte. Tem como finalidade capital de giro isolado e investimentos, inclusive capital de giro associado.

Para quem deseja capital de giro isolado, o limite é de até R$ 100 mil por beneficiário. Para quem quer investimento, inclusive capital de giro associado ao investimento, o limite é de até R$ 200 mil por beneficiário. As garantias são de livre convenção entre o financiado e o financiador. O prazo de contratação é enquanto perdurar o estado de calamidade pública reconhecido por ato do Poder Executivo. Para mais informações, acesse o site www.bancoamazonia.com.br

Volta e meia a sociedade global passa por uma crise econômica. Foi assim em 1929, em 1980, 2008 e, ao que tudo indica, será em 2020/2021. Se observarmos como esses períodos turbulentos impactam as nossas vidas, a pauta finança pessoal se torna imprescindível.

Quando isso acontece, as pessoas que não têm nenhuma reserva monetária podem sofrer mais do que as que fazem o controle das suas finanças pessoais. Isso porque elas já conhecem seus gastos, economizam e investem regularmente.

Ter o controle do seu dinheiro é importante para que você não seja pego de surpresa em alguma eventualidade, para que possa realizar os seus sonhos, e para ter uma aposentadoria mais tranquila. Mas se você ainda não parou para refletir sobre isso, preste atenção nas dicas que estão logo abaixo.

Como realizar o controle das finanças pessoais?

Atitudes simples como anotar os gastos, guardar parte do salário, ler sobre formas de investimento, fazer um curso sobre finanças na internet e, até mesmo, dividir as contas pessoais das da sua empresa podem te ajudar a usar corretamente o seu dinheiro.

Anote aí 5 formas de fazer o controle das suas finanças.

1 – Tenha certeza das suas despesas e receitas

Em primeiro lugar, é importante reforçar o que é receita e despesa.

Receita é o que você ganha em um determinado período. Se você recebe um salário todo mês, deve lembrar de descontar os impostos e outros benefícios, como vale-refeição e vale-transporte, e considerar somente o que sobrou, ou seja, o salário líquido.

Se você fizer trabalhos extras ou receber uma pensão, esses valores devem ser somados para que você tenha a sua receita mensal. A poupança, se for usada todo mês, deve ser incluída. Mas se ela é uma forma de reserva para o futuro, não deve ser considerada. 

Já a despesa é tudo o que você gasta em um período. Pode ser aluguel, condomínio, material escolar do filho, mensalidade da escola, o seu almoço, combustível dentre outros.

É muito importante que nada seja deixado de lado na hora de anotar os seus gastos. Isso para que você saiba exatamente o que toma mais o seu dinheiro, no que você está ultrapassando por mês, e quais são os gastos desnecessários. Sabendo disso, você poderá passar para a segunda dica.

2 – Utilize a regra 50-15-35

Essa regra é bem simples, mas irá organizar a sua finança pessoal. É só dividir suas despesas em três categorias e destinar parte da receita para cada uma delas. Seguindo a regra, 50% vai para os gastos essenciais. São as despesas necessárias para manter o dia a dia como alimentação, transporte, moradia, saúde e educação, por exemplo. 

Depois, você deve destinar 15% para as prioridades financeiras. Se tiver dívidas, vai usar essa porcentagem para pagá-las. Se não, pode usá-la para poupar. Sobraram 35% que podem ser destinados para manutenção do seu estilo de vida, ou seja, lazer, aquele restaurante no fim de semana, o salão de beleza, dentre outros. 

Mas atenção, os gastos com estilo de vida devem vir depois das despesas essenciais. Além disso, se você tem uma meta a alcançar como comprar um imóvel ou um carro, fazer uma viagem, cursar uma pós-graduação, esse gasto deverá sofrer uma redução.

3 – Hora de quitar todas as dívidas

Se você tem dívidas que estão acabando com o seu sossego, essa é a hora de resolver o problema. Afinal, já conhece seus gastos, já sabe como distribuir sua renda em categorias, agora, precisa negociar com os credores para eliminar esse mal da sua vida financeira. 

Então, procure as empresas que você deve e apresente uma proposta de negociação. Mostre que está disposto a quitar a dívida e diga quanto poderá pagar por mês.

4 – Estipule metas para a sua finança pessoal e determine o que fazer para cumpri-las

Depois de quitar todas as suas dívidas, você já terá saído do vermelho, e poderá iniciar uma nova fase da sua vida: a de guardar dinheiro para alcançar uma meta, de poupar e ter uma reserva de emergência.

Depois de estipular a meta, que pode ser adquirir um bem, fazer uma viagem, ter uma aposentadoria a mais, defina quanto vai custar isso, em quanto tempo você pretende alcançar essa quantia e como. O mesmo vale para o valor que será poupado. 

Já a reserva de emergência deve existir para que não seja necessário usar a conta corrente para pagar uma dívida que surgir inesperadamente, como um tratamento médico ou o conserto do carro.

O ideal é que você guarde uma quantia por mês até juntar o equivalente de três a seis meses da sua renda.

5 – Não combine contas pessoais com as de sua empresa

Se você tem um negócio tem que organizar as finanças da empresa para que eles não impactem na sua finança pessoal.

Para isso, deve ter em mente que as contas pessoais não devem se misturar com as da empresa. Então, estabeleça uma espécie de salário para cada um dos sócios. Com isso, nenhum deles vai poder tirar dinheiro da conta da empresa e usar com gastos pessoais, nem vice-versa. Além disso, é importante estabelecer com os sócios quando devem ser realizadas as retiradas da conta empresarial e de que forma. 

Vocês também podem procurar um banco e verificar as melhores formas de investir o lucro da sua empresa. Há, por exemplo, a Poupança Amazônia, onde é possível alcançar rendimentos e ainda garantir benefícios como geração de empregos e melhoria na qualidade de vida da população. 

Agora que você já sabe como organizar sua vida financeira e como não afetar os seus negócios, é hora de buscar formas de financiamentos que poderão impulsionar o desenvolvimento da sua empresa.

O Banco da Amazônia é o parceiro ideal para ajudar a sua companhia a crescer ainda mais. Ele disponibiliza um conjunto de soluções financeiras a partir do Fundo Constitucional do Norte (FNO).

Faça uma simulação no app ou no site. Conheça também outros tipos de financiamento para microempresas, pequenas e médias empresas na homepage



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