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Grupo Master registra bons resultados

Apesar dos impactos da crise econômica no setor de turismo, o Grupo Master, que atua há 30 anos nesse segmento, já registra bons resultados no segundo semestre do ano e a expectativa é crescer 15% em relação a 2016. 

De acordo com o presidente do grupo, Fernando Dias, para superar a crise foi preciso modificar estratégias, investir em ações diferenciadas e se adaptar. “Ajustamos custos internos, investimos em tecnologia, aumentamos nosso foco em turismo de lazer e oferecemos novas opções para o turismo corporativo. Nos reinventamos. Quem não se transforma, não inova, não acompanha as mudanças, não sobrevive, principalmente diante de tantas incertezas econômicas e políticas. E, também em função das transformações proporcionadas pela tecnologia”, comenta.

Uma das ações e preços adotados pelo Grupo Master que trouxe bons resultados foi a criação de um horário especial, às 7h, que parte de Confins (Aeroporto Internacional de Belo Horizonte) para Congonhas. E o intuito é abrir outros destinos conforme esse mesmo modelo, para oferecer mais opções aos clientes.

Outra novidade que impulsionou os negócios foi o lançamento de uma nova linha de produtos, a Longitude9, com roteiros personalizados pela Europa para pequenos grupos e serviços exclusivos, com experiências únicas, como por exemplo, dirigir uma Ferrari em Maranello ou tomar um chá no deserto ao passar pelo Marrocos.

“O grupo sempre esteve na vanguarda. Com postura firme no mercado, procurando se modernizar, melhorar sua gestão, trabalhar a governança corporativa e trazer novidades. É uma empresa atual, que se adapta às mais variadas situações, para prosseguir inovando. O Grupo Master é o mais diversificado do mercado mineiro mantendo sempre a liderança”, ressalta. Fernando acrescenta que vai continuar inovando para oferecer sempre a melhor experiência para seus clientes.

O empresário pontua ainda que apesar da crise, os brasileiros sempre viajam, mesmo que seja preciso reformular seus planos em função do dólar e da situação econômica do país. “Com crise ou sem crise, as pessoas vão continuar fazendo seus passeios, principalmente nas férias e feriados. Mesmo que tenham que substituir por destinos que cabem em seus bolsos”, afirma.

Fernando comenta ainda que as novas gerações muitas vezes valorizam os passeios mais do que bens materiais, por isso para eles viajar e conhecer novas culturas, vivenciar novas experiências é prioridade.

 

Expectativa é crescer 15% no segundo semestre do ano, em comparação a 2016